Erguei um lótus: debaixo há lama. DeRose
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Os pontos da acupuntura, do shiatsu, da mosha e do do-in são chakras secundários, que têm relação direta com o funcionamento dos órgãos. Essas técnicas são muito eficazes para influenciar os estados de saúde. Embora sejam muito boas, recomendamos aos praticantes de Yôga que só recorram a elas quando isso for realmente necessário e não por mero folclore, como costuma ocorrer bem a miúde.
No ambiente de Yôga as pessoas trocam muitas informações entre si e gostam de experimentar coisas novas, o que, nesse caso, não pode ser considerado de maneira alguma como uma qualidade. Inúmeras pessoas vão ao acupunturista ou a outro terapeuta só por festa, "apenas para conhecer". Ora, você não faria uma cirurgia apenas para conhecer. Está bem que a acupuntura pareça menos invasiva, mas ela é eficiente e pode alterar bastante o funcionamento dos nossos sistemas e aparelhos. Logo, não se trata de uma prática inócua. Se bem aplicada será útil. Tratada com leviandade pode gerar problemas. Isso é uma norma geral, para todas as pessoas, quer pratiquem Yôga, quer não o pratiquem.
Aos praticantes de Yôga há mais um cuidado. No Yôga, o instrutor trabalha seus chakras principais para produzir os efeitos que ele deseja em prol do seu adiantamento, relativamente às propostas dessa filosofia. Contudo, se o aluno faz aplicações de acupuntura, shiastu, mosha ou do-in, estará alterando o funcionamento dos chakras menores, ou "pontos". Conhecemos mesclantes que fazem uma prática de Yôga e, imediatamente antes ou depois, aplicam uma sessão de do-in! Com isso estão desregulando o sistema e comprometendo os efeitos do Yôga. Queremos declarar com isso que não se deve aplicar do-in, acupuntura, shiatsu ou mosha? De forma alguma. São recursos muito bons. Apenas devem ser evitados durante o período em que você está seguindo um programa regular de Yôga. Se ficar enfermo e precisar realmente de um atendimento terapêutico com uma dessas disciplinas, sugerimos que pare temporariamente as práticas de Yôga a fim de não misturar os efeitos de um com os do outro e acabar criando, com isso, uma "interação medicamentosa" de conseqüências imprevisíveis.
Extraído do livro Chakras, Kundaliní e poderes paranormais, do Mestre DeRose