Cai de mais alto aquele que sobe num pedestal. DeRose
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O Yôga trabalha todos os chakras, mas confere mais atenção aos principais, que se encontram ao longo do eixo vertebral. Esses têm a ver não apenas com a saúde - pois distribuem a energia para os demais centros - como ainda são responsáveis pelo fenômeno de eclosão da kundaliní e sua constelação de poderes. Há um chakra para cada segmento, a saber:
| região | chakra |
| sacra | múládhára |
| coccígea | swádhisthána |
| lombar | manipura |
| dorsal | anáhata |
| cervical | vishuddha |
| craniana/frontal | ájña |
| craniana/coronária | sahásrara |
Mesmo ao longo da coluna vertebral, há outros chakras além destes mais importantes. São chakras secundários, embora no mesmo eixo.
O ocidental sempre quer saber o porquê das coisas, o número exato de chakras e de pétalas de cada um, a cor de cada chakra, os poderes paranormais que estão relacionados com cada um deles, quantas nádís temos no corpo, etc. Isso é uma perda de tempo, uma mera curiosidade que não leva a nada. O que você precisa é praticar. Somente a prática vai produzir um efeito concreto de desenvolvimento dos chakras. Não obstante, algum conhecimento é sempre necessário, como cultura geral. O que devemos evitar é fascinar-nos com a teoria e menosprezar a prática.
Extraído do livro Chakras, Kundaliní e poderes paranormais, do Mestre DeRose